O presidente de honra do MDB na Bahia, Lúcio Vieira Lima, elevou o tom ao comentar a possibilidade de o partido abrir espaço para um nome de fora ocupar a vaga de vice na chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Lúcio deixou claro que há resistências políticas e regionais à articulação envolvendo a possibilidade de um vice indicado pelo deputado Elmar Nascimento na chapa liderada por Jerônimo Rodrigues (PT). Também reafirmou que o partido não será barriga de aluguel.
O emedebista trouxe à tona a rivalidade histórica em Campo Formoso, base do deputado Adolfo Menezes, que apoiou o PT baiano nas últimas eleições. Ele citou conflitos graves entre grupos políticos locais.
“Tem que perguntar a Adolfo Menezes, cuja base é em Campo Formoso, onde as duas famílias são inimigas mortais, literalmente, porque já teve até episódio de tiros.” Lúcio destacou que Adolfo sempre foi tratado como aliado fiel do governo e questionou como uma eventual mudança seria explicada politicamente.
“O deputado Adolfo sempre foi elogiado como homem leal, responsável pelos avanços do governo. Como é que vai explicar isso ao povo de Campo Formoso?”.“Elmar é meu amigo, um grande parlamentar. Se quiser vir para ser deputado federal, será bem-vindo. Agora, entrar no MDB para ser com lugar marcado, não.”
Para reforçar o argumento, citou o exemplo do prefeito e ex-deputado Bruno Reis, que construiu espaço dentro do MDB antes de ser indicado a vice de ACM Neto em 2016. “Bruno Reis fez estágio probatório. Se engajou, foi candidato pelo MDB, conquistou mérito. Não foi colocado de paraquedas.”
Sensação
Vento
Umidade
