Quando a empresária Adriele da Silva Pinto, de 31 anos, deu entrada no Hospital Vida Memorial, em Ilhéus, no sul da Bahia, na manhã da segunda-feira, 24, ela tinha um único objetivo: realizar um sonho antigo - passar por procedimentos estéticos. Mas, o que deveria ser a concretização de um desejo pessoal, terminou em tragédia.
Adriele morreu na madrugada desta quarta-feira, 26, após apresentar complicações depois de passar por quatro intervenções: mastopexia com prótese, lipoescultura, remodelamento costal e aplicação de jato de plasma.
“O procedimento não dá para julgar porque é um sonho. Sonho não tem preço. Mas, a escolha de onde realizar foi um baque para a gente, porque quando a gente entrou lá, de cara, deu para ver que não tem estrutura para o procedimento em uma clínica daquela”, desabafou o rapaz.
Adriel revelou que, além dele e da mãe, outros familiares já haviam questionado a Adriele sobre a necessidade de realizar os procedimentos.
“Minha mãe orientou, eu ainda cheguei a orientar, não uma orientação tão agressiva, mas eu cheguei a perguntar se tinha realmente necessidade. E meu tio também, minha tia, mas era sonho, e como eu te falei, sonho não tem o que questionar”, lamentou.
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