O caso da adolescente Thaila da Lima Cruz, de 17 anos, teve um novo e significativo desdobramento nas investigações da Polícia Civil da Bahia.
De acordo com apuração, os investigadores conseguiram rastrear o aparelho da jovem por meio do IMEI do celular, identificação única do dispositivo. A análise revelou que o telefone está atualmente em uso com um chip de DDD 21 (Rio de Janeiro).
O dado mais relevante é que esse chip está registrado no nome da mãe do principal suspeito, conhecido como “China”, apontado como autor do crime.
Diante dessas informações, tudo leva a crer que, além de ter assassinado a vítima e ocultado seu cadáver, o suspeito ainda estaria utilizando o celular da adolescente, o que reforça ainda mais sua ligação direta com o caso.
Thaila está desaparecida desde novembro do ano passado, e até o momento o corpo não foi localizado.
A principal linha de investigação aponta que o crime pode estar ligado a conflitos entre facções criminosas na região de Candeias. As equipes policiais seguem em diligência para localizar o suspeito, que se encontra com a prisão decretada e pode ser capturado a qualquer momento pelas autoridades.
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