O candidato ao Senado, Rui Costa (PT), respondeu nesta quinta-feira (3) sobre o caso de desvio de verba pública na compra de respiradores na pandemia durante a sua gestão como governador da Bahia.
Durante a sabatina do BNews, o candidato evitou falar sobre sua relação direta com a assinatura do contrato, porém, afirmou que solicitou a investigação do caso.
Isso eu respondo de forma simples, mandei investigar e a polícia prendeu cinco envolvidos e no dia que pediu a prisão de mais dois, o Ministério Público e a juíza mandou soltar", disse Rui.
O petista ainda atrelou que a pauta sobre os respiradores são levantadas pelo grupo do candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil).
A tropa de choque que tá mandando coisa pra você pra xingar. Eu não fui pra Las Vegas jogar com quem roubou o respirador, eu mandei prender quem roubou. Enquanto o seu candidato só vivia em Las Vegas jogando com o Rei do Lixo, que tá preso", afirmou.
Corrupção da compra dos respiradores
O caso dos respiradores ocorreu em 2020, durante a pandemia de Covid-19, quando Rui Costa era governador da Bahia e presidente do Consórcio Nordeste.
O petista ainda atrelou que a pauta sobre os respiradores são levantadas pelo grupo do candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil).
A tropa de choque que tá mandando coisa pra você pra xingar. Eu não fui pra Las Vegas jogar com quem roubou o respirador, eu mandei prender quem roubou. Enquanto o seu candidato só vivia em Las Vegas jogando com o Rei do Lixo, que tá preso", afirmou.
Corrupção da compra dos respiradores
O caso dos respiradores ocorreu em 2020, durante a pandemia de Covid-19, quando Rui Costa era governador da Bahia e presidente do Consórcio Nordeste.
Rui Costa chegou a ser alvo das apurações por sua condição de presidente do Consórcio Nordeste à época, mas o Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou, em 2025, o processo contra o ex-governador e Carlos Gabas, então secretário-executivo do consórcio, determinando que a responsabilização pelo ressarcimento fosse direcionada à Hempcare.
Em 2026, porém, uma auditoria do TCE-BA apontou “erros administrativos grosseiros” na gestão dos recursos e recomendou a rejeição das contas de Rui referentes à gestão do Consórcio Nordeste em 2020. O processo ainda está em tramitação.
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